O Guia do Mochileiro das Galáxias

Esses dias comprei o último volume da série “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams, chamado “Praticamente Inofensiva”. Até gostei da série, se bem que a série como um todo não seja um primor de ficção científica, mas pelo lado do humor nonsense, certamente é um primor nisso! =P

Gostei mais do primeiro e do último volume, e uma dica para os curiosos. Compre apenas o primeiro livro da série. Se gostar, compre o resto (e se a grana permitir também, claro…). Se não gostar, esqueça da série e parta para outra…. =)

Eu, particularmente, gostei. Claro que tem outros livros que gostei mais …

Uma curiosidade não muito útil a respeito do autor… Soube que o cara era um viciado por Macs (agora já sei de onde veio o design daquele andróide…) Pena que o cara morreu jovem, lá pelos 45 anos… será que se ele ainda estivesse vivo, escreveria mais volumes da série?

A série conta a história de um inglês típico, mas que não é típico, e suas aventuras pelos pontos do espaço, que começaram com a demolição da Terra. Ele anda com alguns personagens excêntricos e se mete em situações excêntricas e nonsense. E aproveitam para ir em busca da resposta a tudo, a “Pergunta Fundamental da Vida, do Universo e Tudo Mais” (e se quiser saber a resposta e não quiser saber pelo livro, tem o Google =) ). Bom, sou ruim de falar resumo de história, mas é por aí. E é melhor parar por aqui, vai que alguém me acuse de ter adiantado spoiler… vai saber.

Tem o filme baseado no livro. Na minha modesta opinião, o filme é horrível. Só o assisti porque uma amiga minha disse que lá tem uma cena bonita. Bem, se quiser saber a cena, vai ter que ver o filme ou perguntar a mim, já que não vou adiantar spoilers, né? =P

Os livros valem a pena mais pelo humor que pela arte da ficção…

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Sobre giseli

Eu: Engenheira, sedenta por bits e chocólatra assumida. Além de ser fã de IAs, principalmente Wintermute e HAL9000
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2 respostas para O Guia do Mochileiro das Galáxias

  1. Matheus disse:

    Olá Gisele, realmente a série prima pelo humor cáustico. Pra mim, as risadas que dei com as ‘trapalhadas’ do Marvin já valeram a compra de cada volume.
    Estou terminando o quinto volume…
    😉

  2. germano cesar disse:

    Verdade o que você comentou, mesmo com uma temática de viajem interplanetária a série pende mais para o humor do que para a “ficção científica” como a reconhecemos. De fato o foco são as pequenas coisas da vida, as mais corriqueiras, essas que volta e meia são tema para os comediantes do tipo stand-up. Douglas Adams teve uma carreira de comediante no final dos anos sessenta, a série inclusive nasceu de algumas idéias e piadas que o autor pôs em ordem enquanto escrevia alguns sketches para uma rádio londrinha. Todas as adaptãções subsequentes, os livros, a da tevê e o cinema, tireram versões diferentes da história por desejo do próprio Douglas Adams- sim, ele chegou a ler o roteiro do filme, ele inclusive criou um papel para o John malkovitch, seu ator favotiro.
    Diferente de você giseli, gostei mais do segundo livro, aliás acho que o primeiro só fica bom depois que a terra vai pras cucuias – é quando a psicodelia de Douglas Adams pega força. O absurdismo, marca forte do autor, é retratado bem nas invenções malucas que ele coloca no livro, exemplo perfeito é a maquina de “campo de problema de outras pessoas” capaz de tornar a tudo, tudo mesmo, invisível. Hilário.

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