Que o Monolito o tenha!

Ontem uma notícia me deixou surpresa e triste… morreu o pai dos satélites, Arthur Clarke.

Eu devo ao Clarke o gosto pela ficção científica. Os primeiros livros que li de FC eram do Clarke (o primeirão mesmo eu não lembro, acredita?), e daí partir para outros autores (Asimov, Bradbury, etc etc) foi um pulo.

Das obras dele, a que mais me impactou foi “2001 – Uma odisséia no espaço”, uma novelização do filme clássico do Kubrick. Muitos acham que o filme foi inspirado no livro, mas é o contrário. Recomendo a leitura do livro, no decorrer da leitura, tem aquele sense of wonder mágico, como se você mesmo estivesse descobrindo as maravilhas do Universo. Além do filme claro… mas nem todos podem gostar, alguns podem dizer que é lento pacas o ritmo do filme (e eu admito que é verdade, mas não mexo na tecla fast-forward), mas acho que merece uma chance. Principalmente o começo do filme, ao som de “Assim falou Zaratrusta” de Strauss.

Teve outras obras dele que também me influenciaram, como “A Cidade e as Estrelas”, “Encontro com Rama” e uma coletânea de contos, chamada “O Vento Solar”, e destaco dois contos dessa antologia, “Cruzada” e “Encontro com Medusa”. Todas essas obras (e várias outras claro) também transmitem aquele sentimento mágico! 🙂

Por fim, para ter uma breve descrição dos livros mencionados, recomendo um pulo no blog do Fábio Fernandes aqui.

Que o Monolito o tenha!

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Sobre giseli

Eu: Engenheira, sedenta por bits e chocólatra assumida. Além de ser fã de IAs, principalmente Wintermute e HAL9000
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5 respostas para Que o Monolito o tenha!

  1. Santaum disse:

    2001, Uma Odisséia no Espaço foi um dos filmes mais fóda que eu já assisti. Além do diretor, que foi genial, a história é fantástica. Quando tava no primeiro ano de engenharia, nas aulas de física básica, o professor pediu para a gente estudar o filme e tentar desvendar alguns detalhes da ficção, como o porquê dos monolitos, o final do filme etc. Foi uma oportunidade fantástica.

    Arthur Clarke, que Éris o tenha!

  2. giseli disse:

    O final do filme é DUCA! Poxa, eu achei legal mesmo seu professor indicar esse filme, quantos professores fariam isso?
    Verdade, que Éris também o tenha!

  3. Jorge disse:

    Foi realmente uma grande perda Gi, e olha que no Domingo passado ainda estavamos falando sobre os livros dele.
    A abertura do filme 2001 ao som do “Assim Falava Zaratrusta” do Richard Strauss vai ficar para sempre marcada na minha memória como uma das mais belas da história do cinema de FC.

  4. Fábio disse:

    Giseli, estou justamente relendo o Meeting with Medusa. É engraçado por um lado, porque eu tinha deixado de ler o Clarke por causa da linguagem rebuscada dele – mas agora acho que vou sentir saudades disso…

  5. giseli disse:

    Putz, Jorge, me enganei quanto ao nome da música! Podia jurar que era Beethoven…rs. Aiai, apesar de achar legal música clássica eu sempre me confundo. Vou corrigir o post, valeu pelo toque!
    É Fábio, mesmo sendo rebuscado, ele ainda consegue transmitir o sense of wonder. Esse conto, “Meeting with Medusa” é fantástico, fala da possibilidade de encontrar uma vida e as emoções advindas disso. Depois me diz o que achou 🙂

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