Fim do mundo ao vivo

Para os ansiosos pela ativação do LHC, calma. Ligar o bicho direito mesmo, só no dia 10 de setembro, de acordo com um press release do CERN.

Amanhã vão fazer uns testes no LHC, mas não vão ser criados buracos negros! Só testes de feixes de prótons (e de baixa intensidade) em um setor para verificação.

No dia 10 de setembro, peça uma pizza, sente-se na frente do computador e assista ao fim do mundo ao vivo no Live Webcast do CERN. 😀

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Sobre giseli

Eu: Engenheira, sedenta por bits e chocólatra assumida. Além de ser fã de IAs, principalmente Wintermute e HAL9000
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4 respostas para Fim do mundo ao vivo

  1. Excelente dica do live webcast, Gi!

    :**

  2. henriquewint disse:

    Será que demora muito para sermos jogados em outra dimensão?

  3. com certeza verei! \o/
    não é todo dia que o mundo acaba!

  4. Társis Salvatore disse:

    Cientistas dispararam, nesta quarta-feira, os primeiros prótons dentro de um túnel de 27 quilômetros no maior acelerador de partículas do mundo.

    O lançamento é o maior experimento da história da física para entender a origem do universo. O líder do projeto, Lyn Evans, deu a ordem para lançar os prótons dentro do Large Hadron Collider (LHC), de US$ 3,8 bilhões, no subsolo da fronteira da Suíça com a França.

    Os cientistas esperam fornecer a força necessária para romper os componentes dos átomos a ponto de ser possível ver como eles são feitos.

    O início da experiência era largamente aguardado por 9 mil físicos ao redor do mundo que conduzirão experimentos no local.

    Alguns céticos disseram temer que a colisão dos prótons pudesse provocar o fim do mundo.

    O experimento deve repetir trilhões de vezes o momento ocorrido cerca de 15 bilhões de anos atrás quando, conforme crêem os cosmólogos, um objeto incrivelmente denso e quente do tamanho de uma moeda explodiu, expandindo-se rapidamente para criar as estrelas, os planetas e, um dia, a vida na Terra.

    O esforço de 9 bilhões de dólares realizado na Cern, entidade da qual participam 20 países europeus, começa com um procedimento relativamente simples: injetar um raio de partículas no túnel subterrâneo.

    Os técnicos tentarão primeiro injetar um raio em uma direção do colisor hermeticamente fechado e localizado cerca de 100 metros abaixo do solo.

    Uma vez feito isso — e autoridades da Cern afirmam não haver garantia de que o experimento dê certo na primeira tentativa ou mesmo nos primeiros dias de tentativa –, os técnicos projetarão um raio, também a uma velocidade um pouco menor que a da luz, na direção contrária.

    (Com informações da Agência Reuters)

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